25 julho 2008

A Verdade da Mentira! "Caso Maddie"

Em entrevista ao Jornal "Correio da Manhã", o ex-inspector da Polícia Judiciária Portuguesa - Gonçalo Amaral, afastado do caso em Outubro do ano passado e aposentado antecipadamente, descarta novamente a tese do sequestro da menina e afirma que houve uma montagem, baseada, principalmente, nos testemunhos falsos da mãe, Kate McCann, e de uma amiga desta, Jane Tanner.
Amaral considera provado pela investigação que Tanner mentiu ao contar que tinha visto um homem perto do apartamento com uma menina nos braços na noite de 3 de maio de 2007, quando Madeleine desapareceu do apartamento de um centro turístico do sul de Portugal.
A mãe também não disse a verdade, segundo o ex-inspector da Polícia Judiciária, ao afirmar que, quando chegou ao quarto onde Madeleine dormiu, a janela estava aberta, o que - segundo outros testemunhos e os únicos vestígios achados no local, da própria Kate McCann - era impossível.
Amaral apresenta nesta quinta-feira seu livro sobre o caso, "Maddie - A Verdade da Mentira", no qual insiste em que a menina morreu provavelmente por um acidente e que os pais, que na segunda-feira foram eximidos da condição de suspeitos pela Procuradoria da República, estiveram envolvidos e esconderam o cadáver. Os McCann negam as acusações, nas suas declarações o ex-inspector da Polícia Judiciária, volta a indicar diversos comportamentos suspeitos dos pais de Madeleine, em particular que Kate McCann, ao descobrir a ausência da filha, teria deixado o apartamento com a janela aberta enquanto os outros dois filhos, de 2 anos, dormiam no local, para voltar ao restaurante gritando que tinham levado Maddie.
"A teoria de rapto foi forçada pelos pais", ressalta, e lembra que uma família irlandesa disse ter visto naquela noite Gerry McCann com uma menina nos braços perto do apartamento, mas caminhando para a praia e não para a casa de Robert Murat, como Jane Tanner havia dito.
Amaral afirma que Murat, o terceiro suspeito oficial do caso, também eximido da condição de culpado pela Procuradoria, foi identificado pela amiga dos McCann com uma certeza total.
Além disso, o testemunho da família irlandesa que envolve o pai de Madeleine não foi ratificado, porque, segundo Amaral, as testemunhas se sentiram "pressionadas" pela equipa de assessores dos McCann.
O ex-inspector português revela que também os investigadores tiveram pressões de vários diplomatas britânicos e até de um assessor do escritório do primeiro-ministro do Reino Unido.
Em relação às suas investigações, admite que não conseguiram encontrar pistas do local onde poderia estar escondido o corpo de Madeleine, mas sustenta que deve ter sido congelado e transportado no porta-malas do automóvel alugado pelos McCann quase um mês depois do desaparecimento da filha.
Com o calor, o cadáver congelado pode ter deixado resíduos, que depois foram identificados no veículo por dois cães especialmente treinados da polícia britânica.
Segundo testemunhas citadas pelo ex-investigador, os McCann teriam aberto o porta-malas para que ventilasse e alegaram que tinham transportado lixo e carne congelada no carro, cheiros que, no entanto, não conseguiriam confundir dois cães muito especializados, de acordo com os treinadores ingleses.
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4 comentários:

victor simoes disse...

Pois bem ao publicar este texto, que foi divulgado pelo G1 Mundo-Notícias ( Brasil ), venho só demonstrar o interesse e a mediatização do caso Maddie.
De facto este tem sido um dos casos mais mediáticos, e com divulgação em todo o Mundo.

O livro do Inspector Gonçalo Amaral, sobre o caso - "Maddie A verdade da mentira"esgotou muito rápidamente e não o pude adquirir para ler, mas pelos excertos publicados na imprensa, nomeadamente no JN, é assombroso, chocante mesmo. A mim não me espanta, por tudo o que foi noticiado no último ano sobre o caso, as evidencias de obstrução à Investigação, são por demais e só tenho a lamentar que este caso possa ficar impune!
Aínda que os McCann sejam defacto inocentes ( o que não creio ), são culpados de negligência com os filhos, ao abandoná-los sós em casa, para irem jantar com amigos!
Porque foram ilibados deste crime? Que poder têm? Que influência junto das altas esferas Britânicas?
Pensem e retirem as vossas conclusões,é que a rota da pedofilia não é aqui em Portual, como disse o pai de Gerry McCann!
Os Ingleses, têm o rabo de palha e trilhado...

david santos disse...

Bem, este triste caso, lamentavelmente, lamentável, vem confirmar que os portugueses têm que tomar consciência e reflectir sobre o "PODER" que não temos e com os miseráveis que nos têm governado ao longo destas últimas décadas. Não esquecendo, todavia, que os polícias ou as "autoridades" que deviam prevenir a nossa segurança não passam de uma seita bem gorda e dominada por qualquer cão de raça britânica que sempre que queira dá-lhes ordens e eles estão ali para as cumprir. Caso assim não fosse, este caso chegaria à barra dos tribunais. Isto é a prova do que há muito venho dizendo: falamos muito, mas actuamos pouco. O “PODER” e os responsáveis pela “justiça” em Portugal são inimigos dos portugueses e nós, sem perda de tempo, temos que actuar perante essa gente, tratando-os da mesma forma. Eles não só nos têm feito mal, como se vendem aos estrangeiros, nomeadamente, ao terrorismo britânico neste caso, e ao terrorismo americano de uma forma geral. Assim como a redes de pedofilia e a tudo quanto seja miserável. Nós, portugueses e patriotas, temos que arranjar forma de os eliminar, caso contrário, vamos todos “comer o pão que o diabo amassou”.
Abraços.

David Santos

A. João Soares disse...

Caro Víctor Simões,
Desde o início que me inclinei para esta hipótese, com base em dados que vieram a público. Mas, a partir de certa altura, deixei de ler o que se escrevia sobre este caso. Depois, houve o obscurecimento da Justiça como tem sido vulgar em casos em que os suspeitos ou arguidos são gente com muito dinheiro ou encostada à política ou ao futebol. O único cidadão de colarinho branco condenado foi o Dr Vale e Azevedo. A habilidade argumentadora dos advogados tem ultrapassado a capacidade de decisão dos juízes. O que se pode dizer hoje dos grandes processos mediáticos, como o das facturas falsas, e tantos outros? O caso nmais notável foi o do cheque de 5o mil contos em foram condenados dois corruptos activos mas o corrupto passivo ficou impune. O que irá acontecer ao processo da Casa Pia, à operação Furacão?
Não será fácil recriarem uma boa imagem para a Justiça, de modo a que os portugueses voltem a ter confiança nela.
Abraço
A. João Soares

Beezzblogger disse...

Só peço, que reflictam no "Ballet Rose" que era, no tempo da outra senhora, o poder dos altos cargos nacionais, que se definhou, após o 25 de Abril, aqui, os Ingleses, são os maiores pedófilos do mundo, tem na sua terra, redes bem definidas destes crápulas, onde ministros, Juizes, Advogados e altas esferas com mentes doentias saciam as frustrações sexuais, com crianças indefesas, roubando-as aos pais, raptando-as, e infernizando a vida delas atá lhes causarem a morte, propositada, pois se crescerem de nada lhes servem.

Concordo com o Dr. Gonçalo Amaral, quando este diz que não foi premeditada a morte da menina, mas por acidente, só que estes pais, tem o rabo trilhado de alguém das altas esferas Inglesas, e usaram essa chantagem, e benefício próprio para encobrirem a sua irresponsabilidade. Note-se que Gerry McCann é um conceituado Médico Legista Inglês, estando a trabalhar para o governo desde Há alguns anos.

Ele terá algo de muito importante, escondido em segredo, sobre um qualquer membro muito influente neste nosso mundo podre e de fachada.

Abraços do Beezz

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