01 abril 2007

Orçamentos dos Gabinetes dos actuais Governantes


Caros leitores, segundo o Jornal O Público " O Tribunal de Contas, arrasa contas dos últimos três Governos. Falta de transparência nos processos de admissão, total discricionaridade na tabela salarial e mesmo situações ilegais.
Tomando apenas em consideração os 184 gabinetes estudados e validados (de um total de 205, para o período), as despesas de funcionamento foram de 151,5 milhões de euros.

O Governo de Sócrates é o que sai melhor do retrato, apresentando cerca de 36,5 milhões de euros de despesas com pessoal, bens e serviços, contra 36,7 do Governo de Santana Lopes, e 77 milhões de euros do executivo de Durão Barroso. Mesmo tendo em conta que o período analisado em que Barroso foi primeiro-ministro é cerca do dobro do dos seus sucessores, o estudo indica uma contracção da despesa em 2005.

Por outro lado, no entanto, o relatório indicia que o Governo de José Sócrates terá sido aquele que mais admissões permitiu e que mais recorreu a formas pouco transparentes no processo de recrutamento. Numa amostra de 30 gabinetes analisados com mais pormenor, verificaram-se 484 admissões, sendo que, de entre estas, 74 foram de especialistas. "

E assim se desbaratam os dinheiros públicos, assim se pede ao povo para apertar o cinto, tenta-se reduzir o défice à custa de sobrecarga de impostos e expoliam-se os que já pouco lhes resta, ou seja os reformados. Estes senhores que nos têm governado, não têm mesmo um pingo de vergonha na cara. Veja-se quanto gasta cada gabinete ministerial, para vergonha dos portugueses, se atentarmos nas rubricas, são de fazer corar. O despudor e a falta de seriedade e compromisso com o povo que os elegeu, estão bem patentes.
O Ministro dos assuntos Parlamentares, Prof. Dr. Augusto Santos Silva é de todos o mais económico, com um orçamento que me parece honesto e adequado, daí o destaque aqui no nosso blogue. Deixarei todos os outros à consideração e análise dos leitores.

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Temáticas a Voz do Povo

4 comentários:

fontez disse...

acho piada as despesas moveis...
sempre foi assim e sempre será assim...se nao correremos o risco dos nossos amigos vinagarem-se de nós...!
...
(diria apenas amigos, e não bons amigos, pois estes nos compreendem e nos ajudam)

A. João Soares disse...

Já ouvi dizer que, apesar de tudo, não podemos passar sem os políticos!!!
Realmente o povo vive a leste destes magnos problemas e não se manifesta contra esta roubalheira. Anda anestesiado, apático, adormecido, acomodado e ingenuamente convencido de que eles trabalham para bem da população. Puro engano, vivem à nossa custa sem terem a menor vergonha em nos ignorarem salvo quando nos querem aumentar a exploração. Veja-se o ministro da saúde que esquece os doentes e manda as grávidas irem parir a Badajoz e, se vivem longe de Espanha que param nas ambulâncias a caminho de uma maternidade distante.
O que é preciso é arranjarem lugares de assessores para todos os familiares e amigos e reformas de milionários acumuladas para os da pandilha.
E o povo consente e cai na asneira de ir votar, como se não fossem todos iguais. Não há escolha possível.
Um abraço

MRelvas disse...

Mais um tema ineteressante, caro Victor Simões.

Meu caro, quando for para cima lerei melhor e comentarei!!

Um abraço

Mário Relvas

david santos disse...

A. João Soares said...
Já ouvi dizer que, apesar de tudo, não podemos passar sem os políticos!!!
Realmente o povo vive a leste destes magnos problemas e não se manifesta contra esta roubalheira. Anda anestesiado, apático, adormecido, acomodado e ingenuamente convencido de que eles trabalham para bem da população. Puro engano, vivem à nossa custa sem terem a menor vergonha em nos ignorarem salvo quando nos querem aumentar a exploração. Veja-se o ministro da saúde que esquece os doentes e manda as grávidas irem parir a Badajoz e, se vivem longe de Espanha que param nas ambulâncias a caminho de uma maternidade distante.
O que é preciso é arranjarem lugares de assessores para todos os familiares e amigos e reformas de milionários acumuladas para os da pandilha.
E o povo consente e cai na asneira de ir votar, como se não fossem todos iguais. Não há escolha possível.
Um abraço

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