21 março 2007

ESPERANÇA



Que tristeza que sinto
Da injustiça que vejo
Que revolta!
A impotência que me envolve
Me dá raiva!
Me incomoda
Quanta injustiça á nossa volta
Quanta miséria, quanta dor!
Sonhos perdidos, esventrados,
Castrados
Quantas esperanças,
Quantas vidas desperdiçadas
Tanto ódio,
Tanta dor…
Rasguemos horizontes,
E fronteiras
Tracemos novos mundos,
Novos caminhos
Tenhamos esperança…
No futuro

1 comentário:

A. João Soares disse...

Caro Mário Magaride,
Não tenho veia poética, mas gostei deste seu poema. Ao início doeu-me o seu pessimismo, mas no fim achei interessante a forma construtiva de terminar com incitamento à abertura de caminhos, à saída das angústias e das dores para um Mundo melhor. Na situação em que nos encontramos, temos real necessidade de esperança activa, criada pelas nossas atitudes e comportamentos, numa vida de melhor qualidade em todos os aspectos. A felicidade de cada um depende do seu esforço mental, da sua vontade, no quotidiano.
Parabéns pelo poema.
Um abraço
A. João Soares

Prémio

Prémio
Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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