02 março 2007

A Justiça do Estado ou o estado da justiça?

Para os tribunais criarem mais credibilidade, têm estado a ser descriminalizados muitos actos que deixaram, por isso, de ser encargo dos juízes. Mas a Justiça, como dizia há dias o bloguista «De Profundis», não deve ser avaliada pelo número de processos pendentes mas sim pelo grau de segurança e de paz interna. Diz ele, com muita sabedoria, que o bom carpinteiro não é aquele que produz mais aparas. O objectivo final é a pedra de toque dos obreiros que devem ser avaliados pela desempenho na sua consecução. E a Justiça deve visar a legalidade, a sensação de segurança da população.

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1 comentário:

victor simoes disse...

Tapa-se o Sol com a peneira e manda-se areia para os olhos do povo. É evidente que quem não estiver atento, é capaz de acreditar! Os próprios juízes, não acreditam, nas estatísticas apresentadas pelo Governo.
Aonde vamos parar não sei, mas a má Governação é muita. Compram-se os Helicópteros Kamov Ka32, cria-se uma empresa para gerir a frota que só pode operar no período do verão,por não serem certificados, pensa-se na Ota e TGV... etc... etc. Não há dinheiro para acudir a quem precisa na velhice, mas subsidia-se consumidores de oxigénio! Esbanja-se e gasta-se a torto e a direito os dinheiros públicos, cedendo a interesses privados e pessoais!

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