06 março 2007

SAÚDE MILITAR CUSTA MENOS!?...




Forças Armadas
Comparticipação de medicamentos
Saúde militar custa menos 50 milhões

O Ministério da Defesa poupou, em 2006, cerca de 50 milhões de euros na despesa com a comparticipação de medicamentos adquiridos pelos militares. As previsões do Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA) indicam que os gastos deverão ter sofrido uma redução de quase 120 milhões de euros, em 2005, para 70 milhões de euros, no ano passado.
A ser assim, a despesa do Estado com a comparticipação dos remédios para os militares teve uma diminuição de 42%, em 2006.Ontem, o presidente do IASFA, tenente-general Rui Fidalgo, revelou ao CM que “a redução de custos é de 120 milhões de euros [em 2005] para 70 milhões de euros [em 2006] na comparticipação de medicamentos”. Como o relatório do ano passado ainda não está concluído, o presidente do IASFA escusa-se a avançar com detalhes sobre este assunto, mas admite que uma redução nos gastos desta grandeza era o impacto financeiro “que estava previsto”, na sequência da diminuição da comparticipação do Estado no preço dos medicamentos para os militares.O novo regime de comparticipação entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2006. E introduziu alterações de vulto para os militares: os reformados, que tinham os medicamentos comparticipados a 100%, passaram a ter uma comparticipação do Estado em 20% e os militares no activo e na reserva, que contavam com uma comparticipação de 75%, têm agora comparticipações entre 40% e 95%, em função dos casos.Segundo a Associação dos Oficiais das Forças Armadas (AOFA), esta redução implicou um corte médio de 25% nas comparticipações dos remédios dos militares no activo e de 50% nos medicamentos dos reformados. O novo regime de comparticipação dos militares, bastante contestado pela AOFA, Associação Nacional de Sargentos (ANS) e Associação de Praças da Armada (APA), é igual ao dos beneficiários da Assistência na Doença aos Servidores Civis do Estado (ADSE). IASFA ADAPTA.
FUSÃO DE SUBSISTEMAS
O Instituto de Acção Social das Forças Armadas (IASFA) está, desde o início de 2006, a adaptar a gestão do novo sistema de Assistência na Doença aos Militares das Forças Armadas (ADM). Resultante da fusão dos subsistemas na Assistência na Doença dos Militares da Armada (ADMA), na Assistência na Doença aos Militares do Exército (ADME) e na Assistência na Doença dos Militares da Força Aérea (ADMFA), a ADM é agora um sistema de Saúde único nas Forças Armadas. A fusão destes três subsistemas irá permitir reduzir os custos no funcionamento administrativo.
UNIVERSO ABRANGIDO
MARINHA
A subsector da Saúde da Armada tinha, em 2003, 47 555 beneficiários. Neste momento a Marinha tem um efectivo de 10 340 militares.
EXÉRCITO
Em 2003, o subsector da Saúde do Exército tinha 69 521 beneficiários. Actualmente, o Exército dispõe de um efectivo de 21 965 homens.
FORÇA AÉREA
O subsistema de Saúde da Força Aérea dispunha, em 2003, de 26 940 beneficiários. Hoje, este ramo tem 7520 militares no efectivo.
António Sérgio Azenha-CM

Com a diminuição de militares nas FA e suas famílias, com o aumento do custo dos medicamentos e das terapias, "é óbvio" que custa menos aos serviços de saúde miltares. Custa mais aos militares e a todo o povo português...
Se fecharem os hospitais e maternidades ainda sairá mais barato, ao Estado!...
BASTA, ou não?

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