20 agosto 2006

A Madeira... e os Outros.


Ouvi hoje, o Senhor Alberto João Jardim numa das suas imensas crónicas que mais parecem escritas para um programa do Contra Informação. O Presidente da Região Autónoma da Madeira criticou, José Sócrates, Primeiro-ministro, pela nova lei do financiamento regional e autárquico. Muito me apraz dizer, que estou de acordo com Sócrates, a Madeira tem sido uma excepção a todas a regras criadas pelo a Administração Central, vivem com um défice enorme. É claro, que Jardim, se encontra num beco sem saída, pois prevê que vá ficam sem milhares de euros de financiamento. O país no estado em que se encontra, a recuperar lentamente, mais a passo de caracol, não pode ter luxo nem suportar défices de políticos que passam a vida a “cuspir” em quem os financia. Jardim, perguntava se era verdade se os Madeirenses viviam ás custas do Continente, para mina resposta é só uma, os Madeirenses não vivem ás custas do Continente mas sim Alberto João Jardim vive ás custas de uma região que por ele chefiada renega o seu país e os restantes concidadãos da sua pátria. Um presidente de uma região autónoma de Portugal, que não permite a celebração oficial do 25 de Abril, que tem membros no parlamento regional do seu partido que insultam a oposição, que fazem perseguições políticas aos seu opositores, que chama a oposição: “um bando de corja”, que crédito uma pessoa pode ter? Depois de insistir anos a fio, numa guerra entre a Madeira e o Continente, depois de criticar o “Senhor Silva” e mais ter de engolir um sapo ao ter de estar ao seu lado nas eleições Presidenciais, agora vem pedir ao Presidente da Republica para intervir na questão do financiamento, mas afinal o senhor Jardim o que quer? Anda a brincar com os Portugueses? A min dá me um pouco a impressão que Alberto João Jardim se sente desamparado, pois já passou o brilhantismo de anos anteriores, já nem o líder do próprio partido o apoia e agora até se vira para os principais adversários do passado. A frase poética de Jardim é: “ O Eng.º Sócrates tem mania que é mau” , eu acho muito bem que o Primeiro Ministro seja mau, seja inflexível e sem medo de politiqueiros habituados ao populismo. Medidas têm de ser adoptadas para que o crescimento apesar de lento seja credível e real. Por isso eu acredito neste país.

4 comentários:

Mário Margaride disse...

Concordo plenamente! O Dr. Alberto João Jardim, ainda age e pensa, como se estivesse no 24 de Abril de 1974.
O problema...é que nada lhe acontece, diz as asneiras que bem lhe apetece, e "sái sempre numa boa"!
Esse senhor, pensa que é dono da Madeira!
Aliás, ele consegue muito bem manipular os madeirenses com o populismo que se conhece.
O que eu ainda não compreendi, é como o povo da Madeira, ainda não abriu os olhos!
Toda a gente sabe que a Madeira, ou seja Alberto João Jardim, vive e sempre viveu às custas do Continente!
De que é que se queixa!
Os madeirenses, mais tarde ou mais cedo, onde perceber, que Alberto João Jardim, é uma espécie de capatáz, que de "chicote em punho" lá vái mantendo os madeirenses, controlados!

david santos disse...

Não sei se o senhor doutor Alberto João Jardim não tem algum mérito, talvez tenha...
Que se saiba, ele nunca foi uma pessoa muito dotada de bons princípios nem soube e jamais saberá, tenho a certeza, de como se transforma a matéria prima em priduto fabricado, tem vivido do expediente. Não que não haja actividades honestas e necessárias nesta área, mas, que se saiba, ele nunca o demonstrou. Daí eu ter dito:«não saber se ele não tem algum mérito, Talvez tenha...». Para quem vive, como ele vive, à custa do erário público, logo à custa de muita miséria que existe neste País, ele pode não ser idóneo, mas é esperto e, que eu saiba, isto não é demérito. Pode ser desonestidade, mas para quem tem a coragem de viver ao sol, ou melhou: à custa dos que não têm sol todos os dias, parece-me ter mérito. Mas que grande mérito!

Conceição Bernardino disse...

A isto se chama a República das bananas...

A. João Soares disse...

Concordo que não é agradável ouvir o Dr. Manuel João Jardim. É um caso típico em que é necessário separar o trigo do joio, isto é, a forma do conteúdo. O que ele diz, embora de forma pouco urbana, tem, em muitos casos, de ser dito. Não estamos habituados a que as pessoas sejam frontais na apresentação dos problemas essenciais. E, se avaliarmos as árvores pelos seus frutos, como deve ser, verificamos que o que Portugal precisa é que surjam mais autarcas com o valor de Jardim Pergunto quais são os concelhos do Continente que evoluiram tanto como a Madeira? Realmente a Madeira, sob a direcção dele, passou a ser realmente um jardim. Não consta que tenha enriquecido. E, se tem sacado muito dinheiro ao Estado para o desenvolvimento da Madeira, é porque os governantes de Lisboa não têm tido coragem de lhe puxar o freio, de lhe dar uns queixais, em gíria hípica.

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