21 fevereiro 2007

MAS SERÁ QUE A TIRANIA DEIXOU SAUDADE?

HAJA DECÊNCIA, HAJA MEMÓRIA

1931
O estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
1932
Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
1934, 18 de Janeiro
Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
1935
Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
1936
Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro de 1934; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
1937
Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
1938
António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
1939
Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
1940
Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
1941
Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
1942
Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
1943
Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
1944
General José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
1945
Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
1946
Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
1947
José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
1948
António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
1950
Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
1951
Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na
prisão;
1954
Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
1957
Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
1958
José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
1961
Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
1962
António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
1963
Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
1964
Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
1965
General Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
1967
Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, morre vítima de tortura na PIDE;
1968
Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
1969
Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
1972
José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na "fuga-libertação" de Alcoentre, em Junho de 1975;
1973
Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
1974, 25 de Abril
Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
A PIDE acaba como começou, assassinando. Aqui não ficam contabilizadas as
inúmeras vítimas anónimas da PIDE, GNR e PSP em outros locais de repressão.

Mais ainda
Podemos referir, duas centenas de homens, mulheres e crianças massacradas a tiro de canhão durante o bombardeamento da cidade do Porto, ordenada pelo coronel Passos e Sousa, na repressão da revolta de 3 de Fevereiro de 1927. Dezenas de mortos na repressão da revolta de 7 de Fevereiro de 1927 em Lisboa, vários deles assassinados por um pelotão de fuzilamento, à ordens do capitão Jorge Botelho Moniz, no Jardim Zoológico.
Dezenas de mortos na repressão da revolta da Madeira, em Abril de 1931, ou outras tantas dezenas na repressão da revolta de 26 de Agosto de 1931. Um número indeterminado de mortos na deportação na Guiné, Timor, Angra e no Cunene. Um número indeterminado de mortos devido à intervenção da força fascista dos "Viriatos" na guerra civil de Espanha e a entrega de fugitivos aos pelotões de fuzilamento franquistas. Dezenas de mortos em São Tomé, na repressão ordenada pelo governador Carlos Gorgulho sobre os trabalhadores que recusaram o trabalho forçado, em Fevereiro de 1953. Muitos milhares de mortos durante as guerras coloniais, vítimas do Exército, da PIDE, da OPVDC, dos "Flechas", etc.

13 comentários:

MRelvas disse...

Você é outro que nunca me enganou...

Beezzblogger disse...

PUMBA, amigo David, infelizmente tudo que escreveu é verdade, viva a liberdade e acima de tudo, haja respeito.

Um Abraço do beezz

david santos disse...

Amigo Relvas! Como é que eu o posso enganar? Isto dados históricos. Não me diga que quer que eu minta!? Ou terei sido eu que fez a história? Sempre lhe disse, não pode dizer o contrário, temos que respeitar as ideias dos outros, mas isto nem sequer se trata de ideias. Isto trata-se de História, meu amigo. Nunca devmos fugir aos factos. Ter as nossas divergências, tudo bem, mas esconder realidades, não!
Parabéns e calma!

Mário Margaride disse...

Amigo David, a verdade histórica...não engana ninguém. E não vale a pena falar com arruaceiros, que só sabem insultar. Para esses o meu desprezo...Aliás! Já há muito que o tinha feito.

Abraço

M.Margaride

david santos disse...

Amigo, Mário, amigo, Mário!
O não gosto nada que chamem esses nomes a ninguém! Depois, como o o meu amigo sabe, eu tenho muita estima pela pessoa que o meu amigo, provavelmenet, quer atingir!
Todos somos diferentes. Quem não aceitar este pequeno grande pormenor, não está a ser correcto com os outros. Foram muitas as vezes que aqui disse mal do PC. Ninguém nesta casa talvez, o tenha feito mais vezes que eu. Mas eu sou independente. Sempre disse: não sou independente de direita ou de esquerda, sou independente. Não quero ver este debate da mesma forma que tenho visto alguns. É de história que se fala, pois vamos falar dela, ok? Quem não tem bases diz arruaças. Isto eu não quero.
Abraços.

Mário Margaride disse...

De acordo nesse ponto, amigo David. Agora...eu não admito insultos! E o David sabe bem disso. Eu chamo aos "Bois" pelos nomes. Quem não tem argumentos, e passa para o insulto, para mim...é arruaceiro! O David desculpe! Mas o que tenho que dizer digo!
O David...é muito diplomático, tenta gerir conflitos, eu compreendo. Agora eu...não sou assim. Quem me insulta, leva o mesmo troco.
Mas acho que estamos a perder é tempo, com pessoas insignificantes, que não merecem sequer, que se gaste tempo sequer a falar delas!

Abraço

M.Margaride

Ludovicus Rex disse...

Gostei Amigo...
Estamos aí...

Antonio Delgado disse...

Amigo David Subscrevo totalmente as ideias desta postagem. Historicamente é correcta e acrescento ainda: Por vezes parece que este país é animado por alguma gente descerebrada ou sem memória. Será que Portugal não se quer ver ao espelho? Será que há um progressivo regresso de alguns recalcados?

Sobre um povo confrontar-se com a sua historia verifique o que se faz em Espanha: Franco esta a ser enterrado DEFINITIVAMENTE. Todas as estatuas daquele ditador estão a ser desapeadas e retiradas do espaço publico urbano e a memória dos fusilamentos que autorizou esta a recuperar-se. Abrem-se valas comuns onde muitos republicanos, comunistas anarquistas, maçons, homossexuais, mulheres livres, padres progressitas... foram lançados depois de fusilados, para serem dignamente enterrados e a sua memória e dignidade serem recuperadas já que o dictador nunca o permitiu.

Em Portugal, Salazar outro dictador, em vez de ser ENTERRADO ressuscita-se e outros estão constantemente a exuma-lo para se "passearem com o seu cadáver" pelos jornais e televisões e outros espaços de debate publico . Com esta mentalidade não me admira que um dia destes ainda seja canonizado ou santificado e erguem-no no Altar ....será essa a intenção para tanta obsessão desmedida ? ou será o vazio de um povo que anda desnorteado e sem rumo à espera de um eterno D. Sebastião? ou ainda o Portugal velho e cavernoso que falava Ribeiro Sanches no século XVIII, DONDE TEVE QUE SE EXILAR?
Não concordo que as pessoas se ofendam por terem ideias diferentes e muito menos por causa de dados históricos que estão ai ao alcance de todos. Eles deviam de nos envergonhar A TODOS aqueles que amam a LIBERDADE independentemente de qualquer ideia ou cor politica.

A todos os que mantém este blog de referencia, as minhas cordiais e fraternas saudações e que A VOZ DO POVO como espaço de tertúlia ABERTA seja sempre motivo de muitas e saudaveis polemicas.

cordialmente
Antonio Delgado

MRelvas disse...

Não o que ninca me enganou foi o vosso estúpido ataque a mim por eu ser franco, verdadeiro, honesto e não pactuar realmente com partidos. Não gostaram que eu não pactuasse com o PCP,ou o BE,pois SOU RIGOROSAMENTE INDEPENDENTE,não sou salazarista,do CDS ou outro, mas ninguém tem nada com isso, mamanhâ até posso ser qualquer coisa, nada é imutável, mas este senhor >Margaride é um bossal que nem merece que eu passe cartão.

Não foi por ter aqui dados históricos, foi por me querem conotar com o Salazar, mas podem fazer como entenderem, eu garanto-vos que vos farei caír as máscaras...

Quanto ao Poeta da conversa da cassete, sempre da mesma utopia que detesta qualquer partido, ideias que não são bastante VERMELHAS digo-lhe para assumir o seu Anarquismo exacerbado sem nexo com AMARRAS!

O homem ateu que é anarca...que não pode com a igreja e é filiado no PC?!

Que culpa tenho da sua intolerância?

A partir de agora escrevam para o que quizerem!...

Palavras leva-as o vento aqui, noutros sítios elas têm ainda algum valor!

Quero lá saber do Salazar, do Cunhal ou dos cassetes corruptos que por aí e aqui há!

Mas se os comparam eu tenho opção, lá isso tenho!
`
O tempo o dirá!

Passem bem!

Conceição Bernardino disse...

É preciso ter calma quem vai confiar num blog onde ninguém se entende?
As opiniões divergem temos que saber respeita-las ou não estaremos em democracia...
Calma lutem pelas vossas e nossas convicções que neste momento ´são dar voz a quem não a tem...
beijinhos Conceição Bernardino

Digo o mesmo a todos

carnesoliveira disse...

UM GRANDE OBRIGADO DAVID SANTOS POIS O INACIO DEIXOU-NOS NEM FEZ UM MES
SE O SR SOUBESSE O QUANTO ESSAS LINHAS O FAZIAM FELIZ POI O VARREDOR DA RIBEIRA TEVE MUITAS VEZES EM SITUACOES DESSAS MAS SOBREVIVEU PARA CONTAR AOS NETOS QUE NAO ERA UMAS QUEIMADURAS DE CIRRARRO QUE O FAZIAM DENUNCIAR OS AMIGOS TALVEZ IRMAOS DE SANGUE TINTO POIS A CULTURA DO VINHO ESTAVA EMPLANTADA NA ALTURA.NAO DE SEIXE IR ABAIXO POR QUEM SO PARTICIPA NESSE BLOG PARA TENTAR CALAR AS VERDADES .DE PSICOLOGIA BARATA TOMOS FOMOS EDUCADOS.MAS OUVE QUEM ESTUDASE.ABRACO M.O CH

Anónimo disse...

:) só sabem bater na mesma tecla...que raio de blog,parece que estou no Avante

oliveira disse...

mais uma vez .enganador

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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