03 dezembro 2006

FANATISMO

Minha alma de sonhar-te anda perdida,
meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!

Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo , meu Amor, a ler
Num misterioso livro tantas vezes lida!

E, olhos postos em ti, digo de rastos:
"Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Principio e Fim!..."

3 comentários:

david santos disse...

Parabéns, Naty!
Lindo poema. Sentido. Amor sem tempo nem calculo. Amor de sempre, mas em fase de oscilação. Adorei o teu poema, Naty.
Agora espero ler-te mais vezes. Tens um sentir ímpar e isso faz falta a quem gosta de ler poesia.
Anda sempre, prome-te!
Até sempre, Naty!

victor simoes disse...

Gostei muito, este poema tem alma!
Mto obrigado
Bjs

MRelvas disse...

:) continua...

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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