01 fevereiro 2007

JUSTIÇA... MAS QUAL JUSTIÇA?

À dias, ouvi isto num noticiário da rádio, que muito me interessou, e passo a citar:

(...)desde 1974, o número de Juízes TRIPLICOU, o de Advogados QUINTUPLICOU, o de Tribunais DUPLICOU, Os processos TRIPLICARAM, os Média estão cada vez mais atentos, a sociedade exigente, e todos os agentes da Justiça, como de gozo se tratasse, nada fazem para se adequarem aos tempos de hoje(...)

Temos Juízes mal formados, alguns com idade de ainda andarem na escola, pois da vida nada entendem.

Que moral tem um juiz, com 25 anos ou mesmo até com 30, para julgar com competência casos de vida, dessa mesmo que lhe falta experiência a ele para julgar?

Enquanto a Justiça for atrás do mediatismo dos casos, estamos perdidos, veja-se, o protagonismo de alguns juízes, nos casos mais mediáticos do momento.

Antigamente o juiz, era uma pessoa respeitada e passava despercebida na sociedade, o seu círculo de amigos era restrito, e dava-se com poucas pessoas, apesar de ser ou não simpático, fugia a sete pés do protagonismos, atirava-o para a justiça, e hoje, o que temos?

Juízes, que fazem questão de ter uma associação sindical, para os defender? De quê? Do que é que têm medos os Juízes? Que eu saiba, pelo que ouvi e estudei, um órgão de soberania, como fazem questão de ser apelidados, a lei não contempla a "associação sindical", pois vai contra a constituição da Republica. E isto é dito na faculdade de DIREITO, aos futuros Advogados e/ou Juízes.

Enquanto assim for... Assim não!!!

2 comentários:

MRelvas disse...

Viva a democracia...implantada na corrupção, no servilismo e no abanar constante da cabeça contra "Salazar" que já cá não está há quaze 40 anos,mas continua a pagar pelos erros da "maralha" do regime (actual)!

Isto só seria uma democracia se houvesse "valores"...mas...

A. João Soares disse...

Amigos Beezz e Relvas.
A realidade é cada vez mais atroz.
Isto, para usar a frase de Lutero, está a precisar de uma excelentíssima reforma».
E a reforma devia começar, usando a frase do referendo, por uma intervenção voluntária da respiração aplicada aos políticos, NÃO definitiva como no ABORTO, mas apenas por 15 a 20 minutos...
Os religiosos rezem pela sorte dos nossos netos que, sem terem culpas, vão herdar um país sem condições de subsistir. Possivelmente os defensores do sim têm razão. é preferível o Aborto provocado, do que trazer a este mundo, sem futuro, mais inocentes...
Ao que chegou este País que o Marquês de Pombal e outros patriotas desejaram tornar uma média potência, que agora nem chega a ser uma impotência !!!
Abraços
A. João Soares

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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