17 novembro 2006

IMPOTÊNCIA

Quanta raiva nos invade,
Pela morte, pelo sofrimento
Ficamos confusos, surpreendidos
Pela nossa própria impotência,
Incapacidade, e insignificância!

Então descobrimos,
Que não passamos de nada...
Assistindo à destruição, e à morte
Pobres de nós, impotentes...!
Perante a potência das armas
Devastadoras...mortais!

Quantos inocentes morrem
Quantos mais terão que morrer!
Para os conquistadores se saciarem
Com os despojos, animais...!
Impotentes, nós somos...
Para parar, estes chacais!

3 comentários:

MRelvas disse...

Caro Margaride,

tanto ódio faz mal...
Raiva?Cuidado...eh...eh...eh

Impotência,meu amigo,vamos fazendo o que podemos...alguns nada fazem,são impotentes por serem "pascácios" e nabos...

Abraço
MR

david santos disse...

É verdade, Amigo, Mário. Embora nós tenhamos algumas armas para despoletar muita coisa, elas são sempre impotentes para chegar à maldade e às bombas.
Um abraço.

JOSÉ FARIA disse...

Amigos, o poema está bem conseguido e constituído, mas poderia ter outro sentido(!), já que o povo é quem manda, é quem mais ordena, só que... não quer mandar nem ordenar! Paciência!
Os versos poderiam lembrar isso mesmo A POTÊNCIA DO POVO... DOS POVOS!
E não a sua impotência. Porque é o povo, ou fracções do povo que faz as bombas e a guerra.

Pronto!
Mas mudando de assunto, isso já não me assusta, e sabem porquê:
Porque à morte ninguêm escapa!...

MAS EI-DE ESCAPAR EU(!?):
Arranjo uma panela, meto-me dentro dela e... quando a morte vier, eu digo:
- "Aqui não está ninguêm!

Ah ah ah aa...

Um abraço a todos
José Faria

Prémio

Prémio
Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

Indicadores de Interesse

My Popularity (by popuri.us)

DESDE 11 DE JUNHO DE 2010

free counters

Twitter

eXTReMe Tracker

Etiquetas