13 novembro 2006

Razão ou despesismo



São inúmeras as razões que se elevam na condenação de Saddam Hussein, mas convém esclarecer devidamente o mundo, que existem diversos terroristas e ditadores que utilizam formas mais diplomáticas de matar, de hostilizar.
O terrorismo é um tema muito complexo, minucioso, nem só os que usam a ditadura, a prepotência são pretensiosos.
Cuidado com a democracia, com o excesso de liberdade!
Há quem se aproveite dela indevidamente para fomentar o terror submisso, dos que ostentam e repudiam o domínio da mentalidade dos mais desfavorecidos.
Saber julgar não é sinónimo de morte, nem a morte a vitória consumada, de que se corta o mal pela raiz. Afinal quem já não está condenado à morte pelo misticismo da vida?!
É bom que saibamos lidar com a opinião, com inteligência, nem todo o genocídio nos é divulgado em forma generalizada.
A miséria estimula a guerra, a guerra as fortunas dos verdadeiros terroristas.
Quem está impune que prepare a forca!



Conceição Bernardino

5 comentários:

david santos disse...

Muito bem, Conceição. Esta fantochada Hussein, também ele fantoche, só tem servido para esconder a vontade de matar dos terroristas das ditas "democracias" ocidentais e não só.
Os que cuidam da sua economia na base do material bélico são terroristas. Ou não serão as armas do belicismo para matar?
Adorei, Conceição, adorei.

A. João Soares disse...

Amiga Conceição
Gostei do seu texto.
Serviu-me de estímulo para elaborar o post «Chobver no Molhado». Nele termino com uma interrogação para a qual gostava de encontrar resposta. Como será possível impedir o abuso do poder, acabar com a violência no terrorismo, no antiterrorismo, na propaganda, na acção psicológica, na imposição de restrições às populaçõs através dos impostos e de legislações demasiado restritivas?

Um abraço de amizade
A. João Soares

Mário Margaride disse...

Olá Conceição. É verdade o que dizes. Nesta autêntica fantochada que foi o julgamento do Sadan Hussein, há muita porcaria por desvendar! Ele foi de facto um ditador, que se impôs ao seu povo pelo terror, e violência. Embora como se sabe, os americanos enquanto lhe convinha tratavam-no como amigo. Quando já não fazia falta já era terrorista!
Só que há terroristas...! Que não precisam dentro dos seus países, de matar ninguém para se imporem. Servem-se da democracia, para serem eleitos e legitimados. Depois, podem espalhar o terror democraticamente.
Um beijo
Mário.

david santos disse...

Querida Amiga. Desculpe a ousadia de entrar neste espaço para fazer um comentário paralelo, está bem?
Estou de acordo com as palavras do nosso Grande Amigo Mário Soares, pois adoro tudo o que escreve, mas mostrar-lhe desacordo pelo sentido. Nada é absoluto. A teimosia do meu Amigo Mário Soares, a minha teimosia, a da nossa querida Conceição, mais... há-de acabar com tudo o que de mal existe na terra. Não é um paradoxo. Já sinto a paz vir a caminho. Agora vou deixar o meu neto jogar, senão ralha comigo e, com razão. Para depois ir ler "Chover no Molhado". Já li, mas quero voltar a lê-lo.
Obrigado Conceição.

MRelvas disse...

Os amigos já sabem que sou contra a pena de morte.Principalmente uma condenação à morte,já esperada.É justa a condenação desse criminoso,mas não seria justo condenar todos os cretinos que muito de mal fazem à sociedade,espalhados pelos mais variados polos no mundo?



Abraços
MR

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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