11 novembro 2006

ÁRVORE CAÍDA

No chão cinzento e molhado da floresta
Jaz inerte, uma árvore já velha, e carcomida
Que o vento forte, e o peso da idade,
Ajudaram a cair

Sem a força, e o vigor de outrora.
Lutou enquanto pode, para resistir
Mas já velha e cansada, nada pode fazer

Apesar de tudo, não se deu por vencida, não desistiu!
A custo, e sacrifício, começou lentamente a erguer-se
Até ficar completamente de novo em pé.

Embora debilitada, criou novas raízes
Que se multiplicaram.
E que formaram novamente, uma nova árvore,
E outras mais, que se seguiram
Até que se transformar, numa bela e verdejante floresta…

Nem toda a árvore que cai, consegue de novo erguer-se!
É preciso força, coragem, determinação
Para não se deixar abater de vez, e morrer
Foi difícil, e penoso!
Àquela árvore caída, levantar-se de novo
Mas conseguiu!
Orgulhosa…!
Pôde então…morrer descansada.

Visitem: http://avano2006.blogspot.com (Canto poético)

3 comentários:

Alexandra Caracol disse...

Olá amigo Mário

Gostei mesmo muito do que escreveu.

É idêntico ao que penso acerca da vida, mas escrito de uma forma muito sua.

Parabéns!

Com amizade

Alexandra Caracol

JOSÉ FARIA disse...

Olá amigo Mário!
Gostei muito.
É verdade!
Um dia também seremos uma árvore caída.
É assim a nossa vida desta vida!
E, um dia, também poderemos morrer descansados, consoante o fruto que deixar-mos!

Um abraço amigo Mário Margaride

José Faria

david santos disse...

Está muito bonito, Mário. Não tem nada de fixão, é real. Aliás, a poesia, embora muitos queiram baralhá-la, é a realidade de muitas realidades.
Parabéns!
Adorei.

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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