03 novembro 2006

Maomé e a Guerra Santa

...continuação parte XIII

Crónicas

Quando Benjamin apareceu, sublinha o cronista Al-Baladhuri, "o povo e toda a cidade rejubilaram e fizeram com que a sua chegada fosse conhecida até Sanutius, aquele que tinha ajustado com o comandante Amr que o patriarca retornaria e que receberia um salvo-conduto de Amr para ele. Em seguida, Sanutius foi ao comandante e anunciou que o patriarca tinha chegado e Amr deu ordens para que Benjamin fosse trazido a sua presença com honra, veneração e amor". Amr, quando viu o patriarca, recebeu-o com respeito e disse aos seus companheiros e amigos íntimos: "Na verdade, em todas as terras que ocupámos até agora, jamais vi um homem de Deus como este". Porque o padre Benjamin era "de semblante bonito, de excelente oratória, discursava com tranquilidade e dignidade".
Então, Amr voltou-se para ele e disse-lhe: "Assuma o governo de todas as suas igrejas e do seu povo e dirija os seus negócios. E se for de sua vontade, reze por mim, porque estou de partida para o Oriente e para Pentápolis, a fim de ocupar aquelas terras, da mesma forma como fiz com o Egipto. Assim, regressarei a salvo e rapidamente. Farei por si tudo o que me pedir".
Segundo o cronista, o santo Benjamin rezou por Amr e pronunciou um discurso eloquente, que "fez com que Amr e os presentes ficassem maravilhados e que contém palavras de exortação e de benefício para aqueles que o ouviram". Revelou certos assuntos a Amr e saiu da sua presença honrado e reverenciado. "E tudo o que aquele padre abençoado disse ao comandante Amr, filho de Al-Asi, era verdade e nenhuma letra deixou de ser cumprida".
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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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