06 novembro 2006

Maomé e a Guerra Santa

... parte XXI

Poder seldjúcida

Em meados do século XI, iniciou-se uma mudança decisiva no mundo islâmico: os turcos seldjúcidas, convertidos à ortodoxia muçulmana dos sunitas, reunificaram durante algum tempo o Médio Oriente. Formavam um conjunto de clãs estabelecidos, nos séculos anteriores, ao longo das fronteiras da China. Algumas delas permaneceram dentro das fronteiras do Império Islâmico e, após se converterem, iniciaram campanhas de penetração em direcção ao Ocidente e ao Oriente, contra os gaznévidas, que haviam islamizado a Índia.
Tgrul Beg avançou sobre o Irão e a Anatólia para atacar o Império Bizantino. Penetrou pelo Sul no Iraque, cuja a capital, Bagdade, ocupou em 1055, e aí se fez reconhecer como sultão e propector do califa.
Os três grandes sultões seldjúcidas, Togrul Beb, Alp-Arslan e Malik-Xá, ajudados pelo vizir persa Nizam al-Mulk, deram ao seu império uma organização política e social que serviria de modelo a todo o Oriente islâmico. Além disso, traneformaram-se em defensores da ortodoxia muçulmana sunita. Invadiram a Anatólia e estabeleceram-se na Síria e na Palestina, até que os cruzados fundaram principados na região.
O império seldjúcida dividiu-se, com a morte de Malik-Xá, entre os seus filhos e irmãos. Os governadores locais tornaram-s independentes e fundaram dinastias na Síria, Mesopotâmia, Arménia e Pérsia. Na luta contra os cruzados, destacaram-se sobretudo os aiúbidas do Egipto, cujo califa, Saladino, se apoderou de Jerusalém em 1187. Terá sido esse, porventura, o momento culminante da Jihad, iniciada cinco séculos antes pelo Profeta Maomé e que haveria de perdurar até aos nossos dias.
FIM

Transcrição: david santos

6 comentários:

Paulo Sempre disse...

Gostei do blogue!!!! hei-de voltar.

MRelvas disse...

Olá paulo sempre,por aqui,bem vindo!

Mário Relvas

MRelvas disse...

Paulo Sempre
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Paulo Jorge Correia, Investigador no âmbito das ciências sociais/juridicas, 25 anos, Solteiro, Pós- graduado em Ciências Criminais

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"FILHOS DE UM DEUS MENOR"


Volta sempre amigo

Mário Relvas

ANTONIO disse...

Meus senhores, muito boa tarde.
Foram muitos os dias que acompanhei este trabalho de david-santos, não o porquê de letra pequena, pois a modéstia e a generosidade nem sempre são a melhor forma para que possamos mostrar os nossos sentimentos e conhecimentos, sejam eles quais forem. Isto é um aparte que caso o SENHOR PROFESSOR DOUTOR queira rever que reveja. Quanto ao trabalho em si, como vindo das mãos de quem o escreveu, não tinha dúvidas que iria sair na perfeição. Pois não está ao alcance de qualquer pessoa transformar um livro de cerca de setecentas páginas, sem lhe retirar nada do seu verdadeiro sentido, em seis ou sete páginas (à quatro).
Porém, a falta de respeito por este trabalho muito louvável e de grande sentido de trabalho e paciência foi o pior que a tanto trabalho podia ter acontecido: as postagens que a ele se seguiram. Há blogueiros, e aqui A Voz do Povo é a culpada, pois não devia ter deixado comentar sobre um trabalho destes, o que inflizmente já está comentado: não presta. É uma falta de respeito. Ou não se comentava; ou se dizia algo relacionado com o assunto, ainda que ignorantemente, pois como ele, o de letra pequena, não tem vergonha de dizer que o é quando desconhece.
Por último, apenas quero voltar ao campo da modéstia para dizer que o exagero de pretender descer um nome grande à mediocridade.
Mas cada um é quem é.
Cucujães, 8 de Outubro de 2006
Cumprimentos.

david santos disse...

Amigo e sempre considerado, Professor António Castro, os meus sinceros cumprimentos.
Quanto à sua crítica,(david-santos), letra pequena, estou de acordo com o Senhor: é um erro de muito mau gosto, mas fiz assim, paciência!
Quanto aos blogueiros, como sei o Senhor não conhecer estes meios, também não vou adiantar mais nada.
Já quanto ao PROFESSOR DOUTOR, aonde? Quando? Senhor professor, ponha de parte o que a seguir lhe vou dizer, pois sabe muito bem, não ser meu apanágio sensibilizar quem quer que seja, (sou careca, mas nunca usei chapéu). Por isso, esses chavões, como o Senhor Professor tão bem sabe, nunca viveram comigo nem de perto nem de longe. Quanto Ao resumo do livro, que de facto tem setecentas páginas, desculpe desiludi-lo, mas já o encontrei resumido. Encontrei-o em casa do Meu irmão, Engenheiro Joé Luís, aliás seu amigo, que pode confirmá-lo. Faz parte de um colecção do Jornal de Notícias, há muito publicado, por isso o resumo que lhe fiz foi muito pouco. Como pode ver, eu não sou tão fora de série como o Senhor me tenta colocar.
Quanto aos truques, aliás, bem perceptíveis, devo dizer-lhe que não sei se sou ou não humilde ou generoso mas, sei que tenho convicções políticas bem defenidas mas, afastadas de peias. Desde do ps ao cds, passando pelos outros, como é claro, sempre que queira ou me (dê) na cabeça, voto em qualquer um, não quero dizer que já o tenha feito, mas que posso fazê-lo, pois não tenho peias. Ah, ainda em relação às convicções políticas que o Senhor bem conhece, pois nunca as escondi, como não existe dentro do quadro político existente convicções que venham ao encontro das minhas, pois nada tenho a fazer: o povo é soberano.
Há dias, talvez semanas, que não saio de casa. Passo a vida, ou maior parte do tempo, a fazer os que os tais "BLOGUEIROS" ME TÊM ENSINADO E COM QUEM ME SINTO MUITO BEM.
Quanto ao Cucujães, esta será sempre a terra onde fui criado e educado, mas eu sempre fui, não é de agora, aliás, como o Senhor muito bem sabe, do MUNDO.
Quanto aos princípios, escondidos, mas implícitos, são os que tenho e dos quais não penso abdicar.
Não sou feliz, isso, não. Mas apenas porque penso não ser estúpido, pois se o fosse, a fecidade surgia a rodos, bastava ver as telenovelas e ir ao futebol, aliás, o Senhor conhece muito bem este meu poema.
Não é com a minha boa harmonia familiar que me posso dar por feliz, embora esta conte muito, mas é precisamente esta, de que tanto gosto, que me mostra os exemplos daquelas que não conhecem o bem-estar. Ah, escusava de se dar ao trabalho de estar a construir um blog, mas já que assim fez, achava muito bem continuar.
Sem outro assunto de momento e grato pela atenção ao relação ao nome em letra pequena, mas, mais nada, os meus sinceros agradecimentos.
Até sempre: Fernando David Moreira dos Santos.

david santos disse...

A todos quantos tiveram paciência para acompanhar este trabalho, os meus sinceros agradecimentos.
Contudo, lamento que pessoas a quem estas questões dizem respeito, só se tenham dado ao cuidado de vir a este bloge ver a cara do autor e se tenha mantido em parceres por mail. Não está correto. Quem é o quem é, não se deve esconder: é feio e nem fica nada bem a quem se diga seguidor de qualquer doutrina,
Quanto aos blogs que tiveram a bondade de me oferecer livros (ditos) mais esclarecedores, a minha sincera gratidão, mas não quero. Tenho os meus e, como é sabido, não posso ser parcial numa coisa que se passou há muitos séculos. Por isso, eu não poder ser amigo de nenhum ícone da altura. Logo, não estar a puxar para nenhum lado.
Quanto a outros credos com visões contrárias ao postado, pois é minha intenção não deixar ninguém de fora mas, como é sabido, não é fácil, pois são trabalhos muito difíceis, quanto se trata de resumir livros com elevado número de páginas em pequenas parcelas sem lhe desvirtuar o conteúdo, embora tenha muitos apoios em livros similares, não é fácil.
Quanto ao futuro trabalho devo dizer que apenas responderei ao que for comentado no lugar próprio. Esta vez é uma excepção, nada mais. "Quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele".
Se por acaso melindrei alguém com estas palavras, desde já as minhas sinceras desculpas.
Que o Deus de cada um esteja com cada um e um até sempre.
david-santos

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