01 novembro 2006

Greve Geral!


9 e 10 de Novembro
Greve Geral da Administração Pública
Em Defesa dos Direitos Sociais!
Não Faltes


4 comentários:

JOSÉ FARIA disse...

A indiferença de um Governo que se diz "Socialista" vai-se pautando pela prepotência, teimosia e o "faz de conta que não vê" o descontentamento de quem o elegeu para promover a justiça social. Nem a direita se furtou tanto à falta de diálogo e à concertação e à procura de consensos com quem trabalha, cria e promove na acção social, cultural e na saúde, a imagem de um estado de direito.O Governo e o país.

david santos disse...

Eu estou com todos os trabalhadores, não só com os da Administração Pública, estou com todos.
Mas, amigo Luduvic, há coisas que nem ao diabo esquece.
Estive desde sexta-feira de manhã até intem, já perto da noite em dois hospitais públicos, mas não sei... não se trabalhadores como aqueles com quem tive de "gramar" merecem o nosso apoio ou o apoio de alguém: incompetentes e inimigos de quem deles precisa. Estou com eles. Pois sempre fui trabalhador por conta de outrém e não deixei que alguns privilégios que possui como profissional bem paga, nunca me afostou da classe a que sempre pertenci, pois é de uma luta de classes que se trata, mais nada. Mas voltando à Função Pública, rever não digo, mas tenho que medir as minhas posições. é que não está em causa um ou dois trabalhadores, dos de quem me lamento, claro, mas algumas dezenas. Hospital de São João da Madeira, a quem o governo quer encerrar portas e o de Oliveira de Azemeis, este com pessoal mais correto, mas sem condições para recebar doentes. Os primeiros, muito maus, mesmo de raíz. Impreparados, mal educados e brutos. Desde os médicos até aos porteiros. Que desapareça, este hospital.
Um abraço
Até sempre: david saantos

A. João Soares disse...

Greve geral um sinal de progresso? Ou um indício de poder autoritário, oligárquico, avesso ao diálogo?
A greve é um direito dos trabalhadores! Mas os direitos, num sociedade moderna, esclarecida, evoluída, surgem a seguir aos deveres, num contexto de responsabilidade individual. Nisso assenta uma estrutura social sadia definida pelo desenvolvimento das pessoas e da sociedade.
As greves são mais frequentes nos serviços públicos ou nas empresas que têm inúmeros utentes ou clientes (por exemplo, os transportes), do que nas empresas privadas com concentração de clientes. O que os sindicatos pretendem não é magoar as entidades patronais, mas os utentes, visam apenas «chatear o pagode». Uma empresa de transportes, não é prejudicada com a greve, mas os clientes não ficam tão ilesos desse tipo de luta.
Normalmente, o visado como patrão, é o Estado, mas esse está tão mal representado, por pessoas, para quem a mentira é familiar, a incoerência de argumentos e de artifícios são tão vulgares que o grevista sai sempre vencedor, acabando por ver as suas reivindicações satisfeitas, quase frente na totalidade. E o resultado é que, desde juízes a polícias e bombeiros, passando por todo o tipo de administrativos, não têm o mínimo escrúpulo em alinhar em manifestações de rua ou em greves. Os únicos a não alinhar, por enquanto, são os militares, pelo que carecem de verbas para suportar a sobrevivência, como as recentes notícias nos mostram, com os milhões em dívida para pagar o rancho. Mas o governo manda e eles lá embarcam para o Afeganistão, Timor e Líbano, em cumprimento das intenções de ostentação de grandeza dos governantes.
Ora, se a entidade acaba por ceder, porque é que não cedeu logo no diálogo inicial, para evitar os inconvenientes aos utentes? Por uma simples razão. Vivemos numa oligarquia, variante da ditadura, em que os detentores do poder não resistem à tentação de abusar dele, sem sombra de escrúpulos. E o povo vive anestesiado por propagandas tendenciosas olvidando que os representantes por si eleitos, esquecem os seus juramentos, as suas promessas, desconfiam dos próprios apoiantes, e procuram aniquilar quem os critica. E há muitos cidadãos que defendem que não se devem criticar os governantes façam os erros que fizerem. Pobre gente de quem não rezará a história!
Por isso, embora a greve seja indesejável, ela é necessária como tentativa para chamar a atenção dos maus governantes para a sua cegueira face aos problemas reais dos governados.
Cumprimentos para Ludovicus Rex, Zé Faria e David Santos
A. João Soares

MRelvas disse...

De acordo amigos.Deve haver um saneamento positivo na administração pública.Quem não serve e perturba o trabalho deve ser "despachado",mas começando por cima!
Amigo David,teve azar,mas com a situação mais avançada verá que será pior.Isto está um caos nacional.Percebe agora porque eu digo que o aborto é para adormecer os populares da popularidade da ignorância que vão nas demagógicas comnversas da treta dos nossos amigos políticos.Vocês acham que les querem saber para alguma coisa do aborto?Só para clar o Zé povinho.Não vêm isso?Vem em qualquer manual da AP.Dai-lhe um pedaço de sal,com a fome que têm, dirão que lhes estamos a dar um doce.Entretanto passa o tempo e ...já estamos noutra!

Boa vai ela1

Um abraço
para todos os amigos
Mário relvas

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