30 outubro 2006

Encontro de Três Mosqueteiros da Voz do Povo


Aconteçeu, por acaso! Sem combinações, no Sábado passado recebo uma chamada do MMargaride, a convidar-me para tomar um café em St.º Ovídeo - Vila Nova de Gaia no café Maribel, estava com o nosso amigo David Santos. A estes amigos, juntei-me eu e o tema da conversa centrava-se em torno do livro do Zé Faria " Contos e versos do meu caminho ". Apreciada a obra, pois não a li, mas não duvido das qualidades poéticas do amigo Zé Faria, conversamos um pouco de nós mesmos... foi talvez o primeiro encontro embora casual de três mosqueteiros da Voz do Povo.
Gostaria de deixar uma referência, muito positiva para já, ao arranjo gráfico e à excelente qualidade do papel... os comentários à obra ficará para mais tarde a cargo dos leitores, nos quais também me incluirei concerteza. Resta-nos que o Zé Faria, nos diga onde se poderá adquirir o seu livro!
As novas tecnologias da informação, neste caso um projecto que nos une, o blogue da "Voz do Povo", foi realmente motivo para uma reunião, que se proporcionou e é neste espírito de bloggers que nos revemos, o da amizade e sã camaradagem.

8 comentários:

MRelvas disse...

Boa amigos.Reunido o núcleo duro...eh..eh..
Já perguntei no comments do Hino à alegria onde se pode comprar o livro?Vejam o comments referido-verão o meu "partido" lá escarrapachado!

Poderemos pensar em juntarmo-nos e pensar num projecto escrito-uma colectânea da Voz do Povo ou dos seus membros!

Conseguiriamos sim!


A propósito porque tiraram as cervejolas (de litro) de cima da mesa?....
Um abraço

Mário Relvas

Conceição Bernardino disse...

Ora viva meus caros amigos é bom vê-los assim entre palavras e ideias parabéns a todos...
Um beijinho

Conceição Bernardino

JOSÉ FARIA disse...

Assim, SIM! Cada vez mais sem amarras, sem complexos.

Este Blog tem cada vez mais frescura, mais rosto. Cada vez mais demonstra a sua seriedade transparente.
Foi pena ter deixado fugir (eu é que fugi) o amigo Mário Margaride no Marqês. Tinha ido com ele, levava as cartas e já se podia pôr as cervejolas em cima da mesa(mais uma) só para o amigo Mário Relvas ficar de "beicinho".
O mais importante é que Voz do Povo transmite cada vez mais "voz de confiança aos olhos de quem a lê e nela participa.

O MRelvas falou de colectânea e essa é precisamente também uma ideia avançada por Mário Margaride.
Para isso é importante que cada membro se não esqueça de gravar em ficheiro, os trabalhos que aqui vai postando e que justifiquem esse feito, a publicação, a memória futura, sejam poesias, prosas ou qualquer texto de relevo digno de se "perpectuar" em publicando.
Sem amarras, com frescura, seriedade, com humor e verdade e... com rosto.

É ASSIM ESTA VOZ, POIS CLARO!

Obrigado amigos, Mários, David, Relvas, Conceição Bernardino...

Um abraço
José Faria

A. João Soares disse...

O Parnaso dos poetas!!!
É bom terem-se reunido. É bom divulgarem a imagem... e fizeram bem em ocultar as cervejolas!!!
O motivo não foi o paladar, mas sim a troca de deias sobre altos ideais, como é timbre de A VOZ DO POVO.
Não sou poeta nem artista plástico, o que não impede que seja um apreciador de tudo que é belo.
Na Terçe-feira, 24, faleceu o meu amigo José Dias Núncio, um escultor com muitas obras, espalhadas pelo País e pelo estrangeiro, talvez o conheçam, principalmente o colega Mário Margaride.
Um abraço amigo para os três mosqueteiros e votos para que dos café nortenhos venham mais imagens com outros colegas

A J Soares

david santos disse...

Amigo José Faria. "Ainda sobrava pão!" Cheguei aqui e parei, nesta página 227. Vou relê-la mais uma ou duas dúzias de vezes e só depois arrancarei até ao final do livro, "contos e versos do meu caminho". Só depois voltarei a revê-lo de novo. Para já emperrei nestas cinco quadras, não é que os poemas anteriores não me tenham despertado a maior das atenções, mas, como o meu amigo sabe, há um ou vários que nos prende, por isso, este fez-me parar. Tenho a certeza que mais voltarão a fazer-me o mesmo. Parabéns, José Faria.
Até sempre: david santos

david santos disse...

Aliás, seis quadras. Porque uma está isolada na página seguinte. Número 228.
Até sempre: david santos

Mário Margaride disse...

Amigos. Nós somos gente séria...tivemos que esconder as cervejolas...se não parecia mal na fotografia...ha ha ha...
Foi de facto acidental, este encontro dos três, como disse o Victor. Mas no fundo serviu, para reflectirmos numa hipotética hipotese, dessa possibilidade de publicar um livro, uma coletânea. Mas...apenas essa possibilidade. Concerteza que o Victor irá mais adiante, falar disso com os eventuais interessados.
Basicamente foi uma amena cavaqueira, onde se falou no Livro do nosso amigo Faria, e bebemos umas "cervejolas". Só que como viram, escondemo-las, se não estragavam a fotografia...
Um abraço a todos.
Mário Margaride.

JOSÉ FARIA disse...

Fico feliz pela sua atenção, reparo e sugestão, amigo David Santos.
Este livrito humilde e de base, de desabafos espontáneos,sobretudo localizados na região onde nasci e vivo, tem destas espontaneidades.
Mas sobre o "ainda sobrava pão", eu explico.
Sou sócio, colaborador e frequentador de mais uma das muitas colectividades culturais desta freguesia onde nasci. E esta, "Os Leais e Videirinhos" que se reforçou na fusão de duas colectividades, Leais + Videirinhos, desenvolve muitas acções culturais e de solidariedade.
O primeiro verso a que faz referência, e que está entre aspas, constituia um painel à entrada do auditório da dita colectividade, por altura de mais uma revista popular de solidariedade, e era isso mesmo que dizia:
"DAQUILO QUE SOBRA À NOBREZA,
-DIZ O POVO E COM RAZÃO!
MATAVA A FOME À POBREZA,
E AINDA SOBRAVA PÃO!"

Sensibilizado por esta quadra e pelo espectáculo, como sempre criado, promovido e desenvolvido gratuitamente pelos artistas da clectividade cultural, ainda por cima em prol de uma nobre causa, (por muitas causa solidárias isso têem feito), entendi dar seguimento a essa quadra que me serviu de mote.
Só essa quadra que abre e fecha este desenrolar poético, ou versejador, que se encontra entre aspas, não é minha, nem sei quem o seu autor, o resto ficou por minha conta.
Por isso por aí digo que:

- MAS HÁ DÁDIVAS E PROEZAS,
MAIS HUMANAS E OUSADAS,
DOUTROS VALORES E NOBREZAS,
QUE NOS MANTÊM DE MÃOS DADAS!

TUDO ISTO DIRECCIONADO PARA A NOBREZA DAS ACÇÕES CULTURAIS, DE ARTE, ESPECTÁCULO, E REVISTA À PORTUGUESA...de ambito popular!
Uma constante deste associativismo colectivista cultural e popular.
No mesmo seguimento estão os versos ao "Zé aguenta a crise", e "A Sara entre nós", uma criança que como muitas têve que se deslocar a Cuba para uma intervenção cirúrgica. Esta colectividade fez espectáculos para angariar fundos para que os pais, gente pobre e humilde, conseguisse o dinheiro para lá chegar.
E viva o nosso Serviço Nacional de Saúde e o Ministro que o comanda.
Dizem mal de Cuba, mas tantos portugueses correm para lá! - Porquê?

Um abraço amigo David Santos

José Faria

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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