17 outubro 2006

SOCIEDADE













Alma minha
Vida tua
Presença minha vida
Alma sua
De sofrimento cheia,
E também alegria infinita
Alma da rua
E assim se passeia
A alma minha
Vida tua
Presença desdita
Nua e crua
Romper de ossos
Sob o suor da labita
Suor frio de degelo
Que na minha alma habita
Pesado pesadelo
De turbulenta ansiedade
Corpo que se decapita
Sociedade.

5 comentários:

Lurdes Gonçalves disse...

Simplesmente, lindo. Parabéns Naty.

JOSÉ FARIA disse...

Boa, Boa, By Naty! Espectacular!
E verdade! (Ou penso que é verdade) cada pessoa, cada alma, é um mundo. Num mundo sem horizontes ou repleto de encruzilhadas de horizontes, sem um horizonte defenido! É esta a sociedade... E então esta nossa ansiedade...

Obrigado
José Faria

MRelvas disse...

Belo...

Mário relvas

Mário Margaride disse...

A sociedade, uo pelo grande parte dela, está despida de existência, e de alegria. Há muito que está decapitada.
Muito bom o seu poema!
Um abraço.
Mário Margaride.

david santos disse...

Há de facto a sociedade alegre: estupidez. Mas essa, felizmente para nós, não conta.
Parabéns, Naty.

Até sempre: david santos

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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