16 outubro 2006

Para onde vais afinal?

Nesta Nau que navegamos
Rumo a lugar, sombrio
Onde o sol se apagou
Em seu lugar, veio o frio

As mãos que pegam teu leme
Ouve navio, a verdade!
Te afundas cada vez mais
Neste mar de tempestade

Teremos que te despertar
Dar-te energia, e vigor
Pobre navio cinzento
Falta-te alegria e cor

Navegas em águas turvas
No meio do lamaçal
Não tens rumo, não tens rota
Para onde vais afinal?

3 comentários:

Maria Soledade Alves disse...

Parabéns Mário Margaride. O poema está muito bem conseguido. Vamos lá rápidamente emprestar uma bússola aos homens que pegam o leme da Nau para que encontrem o sentido do Norte. Há que pô-la a navegar em águas límpidas e num mar de calmaria para que não chegue a naufragar.

Um abraço
MªSoledade Alves

MRelvas disse...

Belo Mário margaride...que tal fazer o tema desta semana?

Um abraço
Mário

Mário Margaride disse...

Já estou a pensar nisso, amigo Relvas!
Ainda não está definido, mas...já tenho uma ideia. Talvez amanhã...ou depois já esteja postado.
Um abraço
Mário Margaride.

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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