27 outubro 2006

Humanismo e solidariedade

As boas causas, e acções. São sempre geradoras de uma generosa solidadiedade, e humanidade, pelo empenho e espírito de sacrifício, que essas pessoas pôem na ajuda aos milhares de refugiados, nas intermináveis, e mortíferas guerras.
É graças a essas acções, que ainda, para muitos povos do mundo, há uma réstia de esperança.
Senão...Esses milhões e milhões de pessoas, já tinham há muito morrido à fome!
E uma dessas organizações entre várias, é os Médicos sem fronteiras.
Que graças ao seu enpenho e perserverança, que muitos milhares de pessoas, vão tendo alguma, assistência médica.
Enfiadas em campos de refugiados, em condições de autentica desumanidade!
Sem essa ajuda, essas pessoas teriam pura e simplesmente, morrido.
Numa altura, em que um pouco por todo o Mundo, há milhares de refugiados de guerra.
É nesta hora de profunda dor, para toda a humanidade, que presto aqui a minha humilde e solidária homenagem, aos Médicos sem fronteiras.
Homenagem essa extensa, a outras organizações similares, que prestam auxilio, a todo este marterizado povo!

4 comentários:

Ludovicus Rex disse...

Meu Amigo, tem de haver sempre uma réstia de esperança. Só assim conseguiremos um Mundo Melhor.
Merecida a homenagem que aqui deixa aos Médicos Sem Fronteiras, eles são alguns dos peões que tentam fazer deste nosso planeta um lugar melhor.
Um abraço e Bom Fim de Semana

A. João Soares disse...

Homenagem merecida e justa.
São várias as organizações no Mundo que se esforçam por socorrer aqueles a quem pouca esperança resta, incluindo a Cruz Vermelha e suas congéneres, a AMI e muitas ONG.
Paralelamente a estas palavras de homenagem quero aqui dixar um apelo à ONU para equacionar o problema da necessidade de uma autoridade supranacional com força para se impor a governos incapazes e viciosos que não têm a mínima consideração para com o povo que devem apoiar a ter qualidade de vida: Sudão, Somália. Yémen, Coreia do Norte, Myanmar e até Angola, cujo Presidente granjeou, em poucos anos, uma das maiores fortunas do Mundo, com diamantes, petróleo, abundância de minérios e agricultura rica e para cuja população, que vive com imensas carências, são organizados frequentes peditórios em Portugal, um país sem abundância de recursos de qualquer espécie.
Essa autoridade supranacional devia ter força para intervir no interior desses Estados e interdizer governos inaptos. É que no combate à fome e à doença, como em muitos casos humanos, vale mais prevenir do que remediar.
Falo de fome e não de morte, porque morte em Portugal está a tornar-se num acto não criminoso, começa até às dez semanas. Porque não apenas 8 ou 9? Ou porque não 15, 20 ou mesmo 35? porque condenar as mães que depois de parirem o bebé o colocam no contentor do lixo? Só porque o não fizeram há mais tempo, antes de terminarem as 10 semanas?
Haja quem me explique porquê a fronteira das 10.

JOSÉ FARIA disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
MRelvas disse...

A AMI é uma obra,valorosa.Tem o mérito de fazer algo por quem não pode,ou não tem.Caro Mário margaride,a AMI não é só a nível interancional que presta assistência,também em portugal faz bem aos pobres,com moradas para dormir onde os que nada têm o podem fazer.Também e de acordo com assistentes sociais,dá de comer a quem não tem.Outros pagam muito pouco pelas refeições.No entanto com alterações a nível da segurança social.algum do apoio estatal vai ser cortado!Tal como à maioria das associações.
No entanto não gostei como o responsável e fundador da Ami tratou o Prof. José Hermano saraiva no programa de Maria Elisa.O Professor José Hermano Saraiva merecia ele próprio um lugar na galeria dos Grandes Portugueses.
Aquele nobre Historiador já fez mais pelo País do que alguma vez os politicos farão.Quer pelo país quer pela história.
Devia ser respeitado,para lá da idade,pela obra.

Quanto à Ami desejo que seja uma obra a continuar,msa onde entra muito dinheiro estatal que deve ser fiscalizado.As obras boas são aquelas que para lá da pessoa continua no tempo,sem mácula.
Mas parece-me que para breve haverá novidades,se houver vontade politica de dizer a verdade.Já agora apelo ao estado para ser o próprio estado a fazer a obra social,que associações (sejam elas quais forem) se servem sem justificar os dinheiros estatais.São muitas.

Obrigado Mário Margaride
Um abraço para tds
MR

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