19 outubro 2006

Nossos corpos

Procuro a tua boca...
Sedenta,
E trémula
Acaricio os teus cabelos,
Com ternura,
Suavemente
Depois...
Beijo-te,
Apaixonadamente
Estremeces!
Tuas mãos...
Passeiam no meu corpo,
Louco de prazer
Nossos corpos
Se fundem,
E se amam
Longamente,
Indefinidamente...
Suados...
Ali ficaram
Embriagados,
Saciados...
Por fim,
Num murmúrio...
Sussurro ao teu ouvido,
Amo-te...

2 comentários:

Anónimo disse...

Cá está meu amigo Margaride.
Bleo poema...o amor é sempre belo,desde que verdadeiro!
A complementaridade no amor é a chave do sucesso.A ced~encia e a compreensão são valores que levam o amôr por diante.

Um abraço
Mário Relvas

José Faria disse...

Ei lá amigo Mário Margaride!
Agora foi mesmo a sério. Profundo! Distante do real!
Parece que esta verdadeira e intima poesia se desenvolveu indiferente a tudo que a rodeia.
Amor é isso mesmo! Entrega e abandono de dar e receber, sob a orientação apenas dos sentidos que estão muito para além da compreensão.

Vá! Deixou-me buscando no imaginário!

Um abraço

José Faria

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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