22 setembro 2006

Indiferença

Povo heróico
Que resiste!
De rosto triste,
Cansado...
Olhar distante,
Magoado
Pela indiferença,
Toldado
Pelo torpor que sente,
cansado...
Atormentado...
Pelo desprezo,
Que o cerca
Dorido...
Pela indiferença sentida
Rosto triste,
Alheado
De pele enrrugada,
Marcada
Olhar pesaroso,
Distante...
Sem amor,
Sem nada...
Ausente...
Pela raiva que sente
Por tanta...
Indiferença

2 comentários:

José Faria disse...

E tudo isso amigo Mário, porque:
OS ADEPTOS...


Os adeptos exaltados, dormindo vão,
Desperdiçando erradamente a força unida,
Esquecendo social condição
Dão à bola toda a força e atenção,
Ignorando as razões sociais da vida.

Resfolegam cegamente colaboração
Do poder local sempre exigida
Uma soma, uns milhares p’ra construção
Não para aumento de riqueza e produção
Querem a obra do clube concluída

Há! – Se toda esta força em união
Incidisse, fazendo a terra evoluída
Não havia jamais estagnação
Evoluir cultural era a razão
Nunca mais a dignidade era ofendida

Mais de uma dezena, activos estão
Os Grupos e Clubes na terra carecida
Exigem subsídios só para distracção
Onde á barracos que são habitação
E a gente mais carente é ofendida.

José Faria

Mário Margaride disse...

Obrigado amigo Faria pela sua interpretação da texto.
Visite o meu blogue "Canto poético", vai gostar. Um abraço Mário.

Prémio

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Atribuído Pela nossa querida amiga e colaboradora deste espaço, a Marcela Isabel Silveira. Em meu nome, e dos nossos colaboradores, OBRIGADO.

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